FICHA DE EXPERIÊNCIAS
Não temos a intenção de difundir experiências-modelo susceptíveis de serem reproduzidas, mas experiências, bem diferentes entre si, que permitam estimular o pensamento crítico sobre as potencialidades e as dificuldades das diversas abordagens, os resultados dos vários percursos educativos e as aprendizagens originadas pela experiência de promover uma Educação para a Cidadania Global.
Efectivamente, existe sempre o risco de se reduzir a troca de experiências a uma narração do que se fez, a qual dificilmente será enriquecedora para quem educa num contexto diferente, com outras exigências, com outras crianças, jovens ou adultos, com outros colegas, com recursos diferentes e por aí fora. Ou o risco de querer trocar “boas práticas”, tentando apresentar aos outros exclusivamente ou sobretudo os aspectos positivos daquilo que se fez, quando, muitas vezes, a diferença entre aquilo que queríamos ter realizado e o que efectivamente realizámos é a parte potencialmente mais enriquecedora de uma experiência.
Além disso, o experimentado e vivido será certamente mais complexo e rico do que, eventualmente, transparece na leitura do texto escrito. Mas o desafio é mesmo esse: fazer com que a distância entre o vivido e o lido seja o mais curta possível.
E lembre-se: as experiências a partilhar devem trazer um valor acrescentado para a utilização do Banco de Recursos!